Permanecer no primeiro ano universitário: vozes estudantis
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Palavras-chave

ermanência
alunos ingressantes
ensino universitário

Como Citar

Plachot, G., Bonilla, M., Doninalli, M., Curione, K., Rodríguez Enríquez, C., Chiarino Durante, N., & Oliveri, A. (2025). Permanecer no primeiro ano universitário: vozes estudantis. InterCambios. Dilemas Y Transiciones De La Educación Superior, 12(1). https://doi.org/10.29156/INTER.12.1.7

Resumo

Este artigo apresenta resultados qualitativos do projeto de pesquisa “Permanência e desafiliação no primeiro ano da universidade: Desenvolvimento instrumental e integração de modelos preditivos”, financiado pela convocatória de Projetos de Pesquisa para Melhorar a Qualidade do Ensino Universitário de 2021, da Comissão Setorial de Docência e da Comissão Setorial de Pesquisa Científica da Universidade da República, Uruguai. A abordagem qualitativa objetivou compreender, na perspectiva do aluno, os motivos e os significados atribuídos à permanência na faculdade durante o primeiro ano. Participaram quarenta e nove alunos da geração de ingresso de 2022, pertencentes a seis faculdades que representam as áreas acadêmicas desta Universidade, sendo elas as faculdades de Psicologia, Enfermagem (área de ciências da saúde), Ciências Sociais, Ciências Econômicas e Administração (área social e artística), Ciências e Engenharia (área de tecnologia e ciências naturais e do habitat). As técnicas utilizadas foram grupos focais e entrevistas semiestruturadas. Foi realizada uma análise de conteúdo categórica mista. A partir de uma abordagem dedutiva, foi utilizado um modelo ecológico baseado em quatro níveis (sujeito, instituição, sistema educacional e contexto macrossocial), onde as vozes dos alunos destacam aspectos motivacionais, relações entre pares e relações com os professores em sala de aula. A partir de uma abordagem indutiva, a categoria de interstício emerge como um construto que revela a experiência do aluno no primeiro ano da universidade em diálogo permanente com suas experiências anteriores nos níveis de ensino médio. Os resultados desafiam a noção de trajetórias teóricas e reais, bem como a conceituação de retenção universitária.

https://doi.org/10.29156/INTER.12.1.7
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